A Batalha de Lisboa

A Batalha está marcada para hoje. Esqueçam o debate parlamentar sobre o estado da Nação. Logo à noite, Rage Against the Machine, ao vivo, no Optimus Alive, em palco, dirão como é que a coisa anda. No melhor dos discursos.

Doze anos depois do único concerto da banda, no Passeio Marítimo de Alcântara, o quarteto norte-americano volta a Portugal, para tocar no Passeio Marítimo de Algés. Há momentos, a estação de comboios de Algés já estava transformada em trincheira. A (r)evolução está aí. Para ver e, no meu caso, rever. Finalmente.

5 responses to “A Batalha de Lisboa

  1. Bem que gostaria de me juntar à luta, mas sou uma escrava da máquina de propaganda.🙂
    Beijos e diverte-te victorito.

  2. Carolina, foi forte. Fui atropelado três vezes por um muro sonoro e ainda hoje estou a tentar recuperar. Assim que arrancou – ao som de Testify, como tinha de ser – perdi as três pessoas que me faziam companhia, levada pela “ventania”, pelo mosh. Mas foi “optimus”. A música. Porque o resto do festival (organização), enfim… Esperava mais interacção da banda com o público. Mais “doutrina” (até para nos deixar respirar). Infelizmente, só houve “a few words” para “Rosé Sarramago” e muitos punhos no ar, em especial durante a Internacional, que se ouviu em russo (presumo), no curto intervalo antes do encore. Encomenda do Comité Central, certamente. Valeu (e obrigado aos Gogol Bordello).

  3. não me pondo ao teu nível de fanatismo pela banda, nem antes nem depois do concerto, a verdade é que esperava melhor, sobretudo na interacção com os milhares que esperaram uns bons anos para os ver. mas o que eles tinham no contrato era tocar, receber o cachet e ir embora fazer a revolução para outro sítio (com dinheiro, de preferência).. eheh

    pronto, já fiz o papel de advogado do diabo. tive pena de não te ter visto por lá, ainda saltavamos um bocadinho juntos🙂

    abraço, grande.

  4. É verdade Tó, descontando a minha incapacidade para resistir à secção rítmica e à guitarra da banda, tenho de admitir que o concerto foi… “business as usual”.

    Quando é que vamos beber um copo? Abraço.

  5. quando o copo quiser vir até nós, que somos homens de bem e de trabalho nesta capital…

    o meu nº: 916158940, fácil e acessível (e sempre ligado🙂

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