Garantia do Governo: propinas intactas até ao fim da actual legislatura

Acabo de ouvir Mariano Gago, ministro da Ciência, Tecnologia e do Ensino Superior na RTP. Entrevistado por Sérgio Figueiredo, Gago garantiu que o governo não vai mexer nas propinas “de licenciatura” até ao final da presente legislatura. O ministro explicou que esta orientação vai de encontro às recomendações da OCDE e visa “contribuir para o aumento do número de estudantes à entrada das universidades”, salientando que é necessário proteger os estudantes mais carenciados.

A dúvida que continua por esclarecer é que propinas vão as escolas cobrar aos estudantes que, por exemplo, frequentam licenciaturas de cinco anos e que no próximo ano lectivo deveriam entrar para o último ano do curso, mas que, graças à entrada em vigor dos currículos segundo Bolonha (que encurta as licenciaturas para 3 anos e atira com os 4.º e 5.º anos  para o segundo ciclo) estão a ser literalmente empurrados para o segundo ano do segundo ciclo? Pagam o mesmo que pagaram nos quatro anos anteriores, ou passam a pagar uma propina de segundo ciclo (de mestrado?), apesar de terem feito praticamente todo o curso no currículo antigo?

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