Avisa quem pode

No espaço de quinze dias, o “veterano” americano Bill Kovach (fundador e líder do Committee of Concerned Journalists), e o professor e investigador catalão José Pérez-Tornero, proferiram, na Universidade do Minho, em conferências distintas (das quais dou conta aqui, aqui e aqui), afirmações que parecem repercutir a mesma ideia – que o jornalismo só sobreviverá se defender e puser em prática aquilo que o torna uma actividade específica e excepcional no campo da comunicação: o respeito pela factualidade, a transparência da sua conduta, o compromisso com a cidadania e a democracia. Em suma, que o futuro do jornalismo assenta nas “velhas regras”.

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