Na edição de hoje da newsletter Meios&Publicidade, o anúncio de que o portal IOL prepara o lançamento de uma plataforma de vídeo, e a revelação de que contratou os jornalistas Helena Garrido e João Querido Manha no âmbito de uma estratégia que visa dar mais notoriedade e audiência à plataforma de blogues do IOL. Garrido já confere contas num blogue especializado em Economia, “Visto da Economia” – agregado à Agência Financeira, segundo revela a M&P – e Querido Manha já assumiu o comando do “Zona de Ataque“, um blogue dedicado ao futebol.
IOL contrata jornalistas como «bloggers»
Agosto 10, 2007 · Deixe um Comentário
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Marktest quer incluir rede móvel e Internet nos estudos de audiência Bareme Rádio e Imprensa
Agosto 10, 2007 · Deixe um Comentário
A Marktest está a preparar a reformulação da metodologia de medição dos dados de audiências de rádio e imprensa, “de modo a incluir a rede móvel e o online”, adianta Fonseca Ferreira, director comercial da Marktest à newsletter Meios&Publicidade. A nova amostra deverá integrar também a refe fixa. A proposta vai ser apresentada “entre Outubro e Novembro à Comissão de Análise de Estudos de Meios” e caso seja aprovada, será adoptada em Janeiro de 2008. Link.
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ChaCha vs. Google: a quem confiar as pesquisas na web?
Agosto 10, 2007 · 3 Comentários
A Universidade de Indiana, Estados Unidos, anunciou que vai abandonar o Google e adoptar o motor de busca ChaCha. A mudança é sustentada no facto de o ChaCha ser um motor de busca “guiado por pessoas”, como reclamam os fundadores do dito motor de busca, que recebeu um apoio financeiro de seis milhões de dólares de Jeff Bezos (patrão da Amazon), no início de 2007.
Pressupondo que o ChaCha, sendo apenas mais um motor de pesquisa, se destaca por ser um motor com toque humano, e que o contrário disto é o Google a representar a confiança na máquina, encaremos a decisão da Universidade de Indiana (uma escola pública), como a resposta a um dilema que qualquer utilizador da Web enfrenta: em quem confiar as pesquisas?
Primeiro: Se o ChaCha é guiado por pessoas, requer mais mão-de-obra que o Google; logo sai mais caro manter o primeiro, que recorre à publicidade para financiar esse custo. Como se vê, o modelo de negócio do ChaCha é um anacronismo. Mais frouxo ainda é o argumento do “people powered”.
Segundo: basta conhecer o mínimo do funcionamento do Google para concluir que o actual líder de mercado também é um motor de busca “guiado” por pessoas. Vejamos: o algoritmo que permite calcular o pagerank que ordena os resultados de uma busca tem em conta o número e “peso” dos links que apontam para uma determinada página (explicação superficial, para não me alongar em demasia). E links representam o quê? Pessoas. Neste caso, pessoas que apontam (com links) para um determinado sítio ou recurso ou documento na Web.
Conclusão: quem guia o Google são as pessoas (às vezes pessoas do próprio Google, como quando o Google censura) que alimentam a Web com a informação que o Googlebot reúne, indexa e guarda. E que depois devolve, em forma de uma resposta hierarquizada matematicamente, hierarquia essa definida pr um algoritmo que pondera o links (i.e., de pessoas a apontar) e estima, segundo modelos probabilísticos, um pagerank para cada página apanhada pelos crawlers e guardada nos servidores Google.
Google vs. ChaCha: quer ver como acaba? (mais…)
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